O primeiro passo para a proibição foi dado em setembro passado, um mês depois do equipamento ser incluído na lista de fatores que provocam câncer pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc, na sigla em inglês). A Anvisa colocou em consulta pública uma resolução para vetar o uso estético, comércio, aluguel, doação e importação do equipamento.
Só estão liberadas as câmaras de emissão de radiação ultravioleta destinadas a terapias médicas.
Segundo o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, uma sessão de 45 minutos em uma câmara de bronzeamento equivale a uma radiação ultravioleta (UV) de oito horas sob sol muito forte. O câncer de pele responde por 25% dos tumores malignos registrados no país, conforme o Instituto Nacional do Câncer (Inca).